novembro 23, 2012

PM apreende carta do PCC com ameaças a policiais e agentes penitenciários em Uberaba-MG.

Denúncias anônimas levaram policiais militares a prenderem casal acusado de tráfico de drogas e de integrarem a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Uberaba, com drogas e carta que ameaça agentes de segurança pública. Segundo o sargento PM Gilmar, policiais da viatura Tático Móvel receberam uma denúncia anônima de que membros da facção criminosa estavam em uma residência na cidade.

Os policiais da viatura 18223, comandada pelo referido sargento, composta pelos soldados Douglas e Braga, foram até um imóvel na rua Manoel de Abreu, no bairro Parque das Américas, e avistaram um homem suspeito. Ao perceber a presença dos policiais, ele fugiu para o interior da residência, mas foi abordado e identificado como L.O.F.J., 26 anos.

De acordo com os militares, no momento da abordagem, o celular do acusado tocou várias vezes e eles constataram que era um usuário pedindo cocaína. Em seguida, os policiais foram até a residência do acusado e avistaram sua amásia tentando dispensar drogas e materiais usados para embalar os entorpecentes no vaso sanitário, mas ela foi abordada e identificada como J.S.A., 20 anos. Os militares realizaram buscas na casa e encontraram um quilo de ácido bórico, dois aparelhos celulares, a quantia de R$ 204,00 em dinheiro, além de uma carta manuscrita por integrantes da facção criminosa, na qual constavam informações sobre o crime organizado e como funciona o estatuto da facção.

Segundo o sargento, em determinado momento, o celular do acusado tocou novamente e eram detentos que estão reclusos na penitenciária solicitando uma “mercadoria” para ser enviada o presídio. Ele disse ainda que o detento usou a seguinte expressão: “fala irmão, tô precisando da mercadoria aqui dentro. A irmandade tem a maior consideração pela sua pessoa. Você aí fora pode ver nosso lado”. O militar revelou que a carta contém frases de represálias e incentivos à pratica de crimes contra policiais militares, civis e agentes penitenciários, sendo que, em um dos trechos, estava escrito que todos os integrantes da facção deveriam agir com seriedade contra pressões dos agentes de segurança pública; que “vida se paga com vida” e “sangue se paga com “sangue”.

FONTE:http://www.blogger.com/home


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